segunda-feira, 24 de março de 2008

terça-feira, 11 de março de 2008

Biodisel contribui para preservação da vida.


A criação do Biodiesel tornou-se uma verdadeira revolução para a sociedade, atraves dele é possível investi-se em diesel sem agredir a natureza. No Brasil, a soja é a única oleaginosa que apresenta produção suficiente para atender de imediato à demanda de óleo para fins energéticos. A cadeia produtiva da soja está intimamente relacionada com as cadeias de aves, suínos e bovinos


Com o intuito de encontrar novas fontes para a produção de óleo para biodiesel que façam frente à soja e ao girassol e outras formas de energia a partir da queima de resíduos, teve início em setembro de 2007 um projeto coordenado pela Embrapa que conta com a participação de pesquisadores de diversas universidades brasileiras. O objetivo de Fontes Alternativas Potenciais de Matérias-Primas para a Produção de Agroenergia é fazer um banco de germoplasma, isto é, do recurso genético de espécies como o pinhão manso, o pequi, o tucumã, o babaçu, o buriti, a macaúba, a inajá e a andiroba e verificar a qualidade e a quantidade de óleo potencial de produção dessas espécies.


Os mais critícos criam espectativas com relação a qualidade do diesel produzido através de soja, o Brasil já negocia com vários países para que haja e exportação em grande escala. Com isso, existe uma preocupação do aumento dos preços dos alimentos. Estudos de economistas indicam que a cada 1% de alta nos preços reais dos alimentos básicos.

Ibama diz que desmatamento caiu 50% em 2007, será?


Segundo o Ibama no ano de 2007 o desmatamento caiu 50% com relação ao ano anterior.


Os municípios de Apuí, Novo Aripuanã, Manicoré, Humaitá, Canutama e parte de Lábrea foram os municípios beneficiados com a ação do Ibama. A região é conhecida por concentrar, historicamente, os maiores problemas de degradação ambiental no estado que, segundo a direção do Ibama no Amazonas, muitas vezes estão relacionados à ocupação irregular de terras públicas. Além da redução do desmatamento, o estado também apresentou em 2007 o menor índice de focos de calor dos últimos quatro anos, o que revela diminuição na manutenção das rotinas de queimadas associadas às atividades agropastoris.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Peixes-bois da Amazônia serão reintroduzidos na natureza








O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) dá mais um passo para conservação e repovoação dos peixes-bois (Trichechus inunguis) nos rios da Amazônia. Uma equipe formada por pesquisadores do INPA, do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e da Associação Amigos do Peixe-boi (AMPA) partem em direção a Reserva do Cuieiras, localizada a 60 km ao norte de Manaus - AM, onde serão soltos, pela primeira vez, dois peixes-bois machos sub-adultos de cerca de 180 kg cada um.

Os dois animais, Puru e Anamã, estão no Instituto desde 1999 e 1995, respectivamente, e chegaram ainda filhotes. Antes de serem soltos eles passaram por uma bateria de exames, que envolveu o monitoramento da freqüência respiratória, exames clínicos (sangue, urina, etc) para saber se os indivíduos estavam em condições de serem soltos. Também passaram por uma dieta reforçada para ganharem peso.

Segundo o pesquisador do Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA/INPA), Fernando Rosas, a soltura do peixe-boi na natureza é um passo gigante para a conservação da espécie. O Instituto realiza trabalhos com o peixe-boi há 33 anos, e hoje domina a reprodução em cativeiro de um animal que está ameaçado de extinção. As pesquisas realizadas no INPA já possibilitaram o nascimento de cinco filhotes em cativeiro. Atualmente, o laboratório possui 33 animais e o objetivo é soltar mais peixes-bois nos próximos anos.

Luís Mansuêto – Ascom/INPA

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Instituto de biodiversidade de Manaus




O Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA) se tornou um grande representante de biodiversidade em Manaus, apresentando coleções científicas do meio físico e das condições de vida da região amazônica para promover o bem-estar humano e o desenvolvimento socioeconômico regional. Com uma equipe formada por pesquisadores e estudantes de pós-graduação, seu acervo de coleções vem se desenvolvendo cada vez mais.

Esses acervos compreendem centenas ou milhares de lotes de exemplares da fauna e flora amazônica. Com a missão de gerar e disseminar conhecimentos e tecnologia, e capacitar recursos humanos para o desenvolvimento da Amazônia.

O INPA assume a responsabilidade de produzir conhecimento, estabelecendo um compromisso com o desenvolvimento sustentável, a defesa do meio ambiente e de seus ecossistemas, expandindo os estudos sobre a biodiversidade, a sociodiversidade, os recursos florestais e hídricos.

Uma unidade de estudos que mostra a ecologia em Manaus e suas investigações de todas as relações entre o animal e o ambiente orgânico e inorgânico. Com o objetivo de expandir de forma sustentável o uso dos recursos da Amazônia.

Darliane Michele M. Corrêa

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Reflorestamento pode ajudar controlar efeitos do aquecimento global



Plantar uma árvore faz tanto sentido nos dias de hoje. Em um mundo que vive sob o medo das conseqüências catastróficas das mudanças climáticas, o simples gesto de plantar uma árvore pode ser a solução. Diversos cientistas defendem que o reflorestamento é capaz de neutralizar as emissões de carbono, um dos grandes vilões do aquecimento global.

Os efeitos desse fenômeno já são conhecidos pela maioria da população: aumento das temperaturas médias, desertificação de áreas de florestas, derretimento das calotas polares, aumento da freqüência e da intensidade de furacões e tempestades tropicais.

Com o fenômeno não contido, o cenário pode piorar, com diminuição de áreas para plantio (e a conseqüente falta de comida), disseminação de doenças relacionadas às variações de temperaturas e às relativas tempestades, desaparecimento de regiões costeiras, escassez de água potável. Estudos sobre as mudanças climáticas apontam que neutralizar as emissões de carbono é uma das soluções mais viáveis para impedir que este quadro avance.

A neutralização de carbono é um mecanismo que permite que haja compensação das emissões de carbono geradas por uma empresa, indústria, eventos ou qualquer atividade humana que possa gerar gases de efeito estufa (GEE) em sua realização. Feita através do reflorestamento – todo o carbono emitido por essas atividades é compensado pelo plantio de uma árvore, o que ajuda a “filtrar” os GEE, impedindo que prejudiquem a atmosfera e aumentem o efeito estufa.

O homem lança sete bilhões de toneladas de CO2 por ano na atmosfera, esta atitude está se disseminando pelo mundo todo e ganhando apoio, especialmente de grandes empresas, por se mostrar simples e eficaz.

Tema:Ecologia
Autor: Chris Bueno
Data: 26/11/2007

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Conhecer para preservar: Saiba o que é Ecologia

Existem cerca de 172 espécies de animais em vias de extinguir-se e 8 já extintas - Foto: Divulgação/ IBAMA



Ecologia estuda as relações entre os seres vivos e o meio ambiente em que vivem - Foto: Divulgação/ IBAMA










Um ecossistema é o conjunto de todas as relações entre fauna, flora e o meio ambiente de determinada região - Foto: Divulgação/ IBAMA





A palavra Ecologia tem origem no grego “oikos" que significa casa e "logia", estudo, reflexão. Logo, seria o estudo da casa, ou de forma mais genérica, do lugar onde se vive. Foi o cientista alemão Ernest Haeckel, em 1869, quem primeiro usou este termo para designar a parte da biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o meio ambiente em que vive, além da distribuição e abundância dos seres vivos no planeta.

No final do século XIX e início do século XX teve início a publicação de vários publicados diversos trabalhos tratando das relações entre seres vivos e o ambiente. Mas foi partir de 1930, porém, o estudo da Ecologia ganhou um espaço independente dentro da Biologia. Hoje os danos ambientais causados pelo aumento da população humana, pela escassez de recursos naturais e pela poluição ambiental fazem com que a Ecologia seja um dos mais importantes ramos da ciência atual.

Hoje a Ecologia não apenas ganhou status entre os cientistas, como também se tornou popular e alcançou visibilidade entre os grandes empresários. A escassez de recursos naturais, o aumento desenfreado da população das grandes cidades e a rarefação das florestas, vistos num primeiro momento como sintomas do desenvolvimento, hoje são problemas capazes de mobilizar governos, ONG´s, empresários e pessoas comuns.

Por Ana Karla Rodrigues